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Chefs de cozinha, apresentadores de TV e profissionais do sexo. Conheça robôs que estão ocupando essas e outras funções curiosas

O mercado de trabalho passará por uma transformação na próxima década. De acordo com um relatório da consultoria McKinsey, entre 400 e 800 milhões de pessoas vão perder seus postos de trabalho por causa da automação até 2030. Atendentes de telemarketing e operadores de máquinas estão entre os profissionais que correm maior risco.  

Mas a substituição de profissionais também está atingindo outras áreas menos prováveis: como o jornalismo, a gastronomia, a música e até mesmo a indústria do sexo.

Confira a seguir uma lista com 8 robôs que já estão executando tarefas que ainda consideramos de seres humanos:

Apresentador de TV

Em novembro do ano passado, a agência de notícias chinesa Xinhua surpreendeu o mundo ao anunciar dois apresentadores robôs. Os androides com aparência inspirada em jornalistas humanos da emissora foram desenvolvidos com tecnologia de reconhecimento facial e reconstrução 3D. A agência anunciou que seu plano é usar os avatares para mostrar vídeos e transmitir notícias de última hora.

Músico

Diferentemente do que vemos em alguns filmes de ficção cientifica – que projetam um futuro com batalhas entre robôs e seres humanos – nossa relação com as máquinas poderá ser harmoniosa. É o que nos mostra a banda Shimon Robot & Friends, grupo formado por pessoas e um robô tocador de marimba. Shimon usa inteligência artificial e algoritmos de criatividade para compor suas próprias músicas.

Professor

As máquinas já estão invadindo até mesmo as salas de aula. Um exemplo é Keeko, um robô que ajuda crianças no ensino fundamental a resolver problemas de lógica. Quem também está colaborando com o aprendizado da criançada é o Robopal, um robozinho de aparência simpática que ensina os pequenos a programar. Esse brinquedinho tecnológico tem blocos magnéticos de ação, lógica e função com os quais a garotada cria seus comandos.

Recepcionista

Inaugurado em 2015, o Henn na Hotel contava com um staff de 243 robôs que auxiliavam os hóspedes do check-in ao check-out. Entre os tecnológicos funcionários do local havia até mesmo dinossauros recepcionistas que falavam inglês. Mas, segundo o The Wall Street Journal, metade desses robôs – incluindo os dinos – foram “demitidos”, pois estavam dando mais trabalho do que ajudando. Frequentemente humanos precisavam ser chamados para resolver problemas com as máquinas.

Cuidador de Idosos

Com uma população cada vez mais velha, o governo japonês e startups do país asiático estão investindo no desenvolvimento de cuidadores robôs. Um exemplo é o Pepper, da SoftBank, que já é usado em mais de 500 asilos do país para entreter idosos com jogos, exercícios e até com um bom bate papo.  

Assistente de bancos

Uma agência do HSBC na Quinta Avenida em Manhattan conta com um assistente tecnológico para fazer o primeiro contato com os clientes. Trata-se de outra versão do Pepper, aqui projetado para ajudar as pessoas a encontrem as informações que precisam. Proativo, ao ver um cliente entrando na agência, o robozinho oferece ajuda como um funcionário de carne e osso.  

Chef

No restaurante Creator, em São Francisco (EUA), a cozinha é comanda por dois robôs capazes de produzir 240 hambúrgueres por hora. Segundo a BBC, esses funcionários controlados por algoritmos fazem todo o processo de preparo dos lanches: moem a carne, fatiam tomates, ralam queijos, moldam os hambúrgueres e acrescentam mostarda. De acordo com o Eater San Francisco, os robôs estão fazendo sucesso até mesmo com os temidos críticos gastronômicos.

Profissional do sexo

O relacionamento de humanos e robôs atingiu um novo nível graças a Realbotix. A companhia californiana comercializa robôs sexuais com inteligência artificial, que podem conversar com as pessoas, fazer piadas e outras coisinhas mais. Essas máquinas do sexo são equipadas com genitais autolubrificantes com aquecimento interno e sensores de toque. De acordo com o jornal britânico The Sun, esse parceiro sexual está sendo vendido por 7,740 libras (aproximadamente 40 mil reais).

Quais as chances de você perder o trabalho para um robô?

O site Will Robots Take My Job? (Os Robôs vão Roubar o meu Emprego?) tem a resposta.  Basta inserir sua profissão (em inglês) para descobrir o risco de uma máquina “roubar o seu trabalho”.

As informações são baseadas em um estudo conduzido por Carl Benedikt Frey, pesquisador especializado em automação, e Michael Osborne, historiador de economia. Os especialistas listaram o perigo que 702 atividades correm com base em uma metodologia que estima a probabilidade de informatização de cada profissão.

Oi, eu sou a Sophia!

Desenvolvida pela empresa Hanson Robotics, de Hong Kong, Sophia é a personificação da inteligência artificial. Essa androide com pele flexível é capaz de reproduzir 62 expressões faciais, e usa sua IA para responder praticamente todo tipo de pergunta. Ela já discursou nas Nações Unidas, deu entrevistas para veículos de imprensa de vários países e se tornou o primeiro robô a receber cidadania de uma nação: a Arábia Saudita.  

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Redação #TMJ

Produzido pelo Núcleo de Conteúdo da ESPM.

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