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O que você precisa saber para se dar bem em uma dinâmica de grupo

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Ilustração: Freepik/@vectorpocket

Orientadora de carreiras e especialista em recrutamento e seleção responde as principais perguntas sobre essa atividade muito usada em processos seletivos

Dinâmicas de grupo em processos seletivos costumam assustar muita gente. “Não curto”, “Tenho vergonha”, “Só de ver um monte de gente já desanimo” e “Alguém sempre quer aparecer mais” foram alguns comentários que ouvimos conversando com quem já passou por esse tipo de processo.

Mas o que exatamente os recrutadores costumam avaliar em uma dinâmica e o que os candidatos devem fazer ou não para se dar bem nesses processos? Para responder essas perguntas, conversamos com Adriana Gomes, líder do Programa de Integração Nacional de Carreiras da ESPM. Confira a seguir:

O que recrutadores costumam avaliar durante uma dinâmica?

A escolha de dinâmicas de grupo para processos seletivos é uma forma de acelerar a seleção. Geralmente, observamos a postura, comunicação verbal, agilidade no raciocínio, capacidade de trabalhar em grupo e solucionar problemas.

Quais atitudes são bem vistas durante esse tipo de processo?

O que é bem visto é ser um dos primeiros a falar porque isso demonstra iniciativa. O legal de uma dinâmica de grupo é a pessoa conseguir demonstrar espontaneidade e segurança nas atitudes dela, porque é basicamente uma situação em que se observa comportamento.

Que dica você daria para quem vai passar por uma dinâmica?

Estar muito atento ao que está sendo proposto. Geralmente, são desafios para se trabalhar em grupo. Então, tem que ter habilidade de trabalhar em equipe, ajudar os colegas e transmitir ideias de forma clara e objetiva. A comunicação verbal acaba tendo um peso grande em dinâmicas.

Recrutadores percebem quando alguém está forçando a barra para se destacar em uma dinâmica?

Sim, a pessoa que quer performar mais ou se sobressair sobre as outras, muitas vezes é descartada rapidamente. Porque o que se busca não é alguém autoritário, mas sim pessoas que saibam trabalhar com times, que sejam colaborativas e que escutem as outras. Não alguém mandão e dominador.

O que o candidato nunca deve fazer em uma dinâmica?

Varia muito da dinâmica de grupo. Mas ficar por último para falar geralmente não é bem visto. Outro problema é ser autoritário: não dar oportunidades para outros falarem ou fazer críticas em excesso aos demais.

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Filipe Oliveira

Do clã Kardashian-Jenner a entrevistas com CEOs, até o título mundial do Corinthians. Nessa vida de jornalista já cobri de tudo um pouco: esportes, tv e cinema, agronegócio, tecnologia, negócios, empreendedorismo e setor automotivo. Depois de uma temporada de estudos e aventuras na África do Sul, voltei ao Brasil em busca de um novo desafio. Assim vim parar na equipe que criou e produz o #TMJ.

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