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Como era ouvir música antes do Spotify

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Toca fitas, discman, MP3 player e pirataria. Confira o longo caminho percorrido pela indústria da música até os serviços de streaming

Alugar filmes para assistir no fim de semana, rebobinar uma fita, usar o orelhão, fazer uma ligação para chamar um táxi e dirigir sem GPS orientado por um livro. Se nada disso faz sentido para você, provavelmente você nasceu nos anos 2000 e cresceu em um mundo dominado por empresas como Netflix, WhatsApp, Uber, Waze, Google e Spotify.

Mas já parou para pensar como era o mundo antes desses apps e serviços? É o que apresentaremos na série Como Era, que estreia com este texto no #TMJ.

Em nosso primeiro post, te convidamos para uma viagem por momentos marcantes da indústria da música. Veja a seguir como as pessoas ouviam suas bandas e canções favoritas antes dos serviços de streaming.

Discos, fitas K7 e CDs. Se hoje estamos acostumados a escolher uma música, artista, álbum ou playlist e simplesmente dar play para ouvir por horas e horas (obrigado internet), antes era bem mais complicado. Nada estava em dispositivos móveis ou na nuvem, para ouvir um álbum de seu artista favorito era preciso ter grandes aparelhos em casa ou carregar equipamentos que nem cabiam no bolso, como toca fitas e discmans.

Agulha da vitrola lê as ranhuras dos discos para reproduzir músicas

Um único CD, por exemplo, custava mais do que a assinatura de um serviço de streaming custa hoje em dia. E além de serem mais caras, as mídias físicas podiam arranhar e assim você perderia sua canção favorita ou simplesmente todo o álbum.

Quero pedir uma música

Outra opção era ligar para uma rádio, esperar um bom tempo para ser atendido e então pedir sua música favorita. Era comum dedicar a canção escolhida ao seu crush (que na época nem era chamado assim).

Oi, internet

Downloads ilegais de música na internet eram muito comuns

A internet veio e a pirataria aumentou. Lançado no fim dos anos 1990 como uma rede de compartilhamento de arquivos, o Napster (que há poucos anos voltou a operar como um serviço de streaming legal) popularizou a pirataria de músicas pela internet, possibilitando o download gratuito de arquivos em formato MP3.  

Internautas passavam horas baixando músicas e alguns até costumavam gravar os arquivos em CDs virgens para ouvir também fora do computador. A chegada de pendrives e MP3 players (que foi uma grande revolução entre os players portáteis) ao mercado, impulsionou ainda mais os downloads.  

O jogo mudou

A partir de 2007, serviços de streaming como Spotify e Deezer chegaram ao mercado, revolucionando a indústria da música e ajudando no combate à pirataria. Assim passamos a ouvir nossas bandas e artistas favoritos a qualquer hora e em qualquer lugar em nossos smartphones.

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Redação #TMJ

Produzido pelo Núcleo de Conteúdo da ESPM.

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