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8 histórias bizarras que mostram que a vida de estagiário não é fácil

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Conversamos com ex-estagiários e seus colegas de trabalho para saber quais foram os episódios mais engraçados e bizarros que eles viveram no começo de suas carreiras profissionais

A vida de estagiário não é fácil. Além de enfrentar algumas zoeiras, jovens que estão ingressando no mercado de trabalho costumam passar por situações bizarras. Acha que estamos exagerando? Então se liga nessa lista com 8 histórias que alguns ex-estagiários nos contaram. O nome de alguns personagens foi alterado a pedido das próprias fontes. Também optamos por não colocar os nomes das empresas envolvidas nas histórias. Divirta-se com a leitura!

Solta meu cabelo, menina!   

“Eu era estagiária de produção em uma rádio de Salvador. Um jogador muito famoso que atuava no Vitória foi dar uma entrevista e fiquei cuidando da filhinha dele, que tinha uns dois anos. Enquanto eu brincava com a menina para distraí-la, ela agarrou o meu cabelo e começou a puxar. O jogador viu tudo o que estava acontecendo lá do estúdio e ficou sem saber o que fazer. A mulher dele saiu do estúdio e desgrudou a menina do meu cabelo. ” História contada por Lorena, 31 anos.

Fim de festa na firma

“Houve uma festa de confraternização da empresa em um pub próximo ao escritório. Como eu e outros amigos morávamos longe e ficou tarde para pegar transporte público, retornamos ao escritório e dormimos lá mesmo. Foi uma algazarra, todo mundo jogado no chão passando a noite no ambiente de trabalho de forma ilegal. O mais engraçado é que outros funcionários, que não eram estagiários, foram aparecendo de madrugada para também se abrigarem por lá.”  História contada por Celso Junior, 26 anos.

Porta dos desesperados

“Um estagiário que trabalhava na minha empresa ficou até tarde um dia, todo mundo já tinha ido embora. Na nossa área tinha uma porta que travava a partir de determinado horário. Era possível sair, mas não dava para voltar. Ele não lembrou disso e foi pegar um café na máquina que ficava fora da sala. Quando tentou retornar, não conseguiu porque a porta travou. O pior é que o celular e a carteira dele ficaram na parte de dentro e o coitado não teve como pegar um Uber ou ônibus para voltar pra casa, teve que ir andando. E era bem longe, viu! No dia seguinte, ele ainda acordou atrasado porque estava sem o despertador (seu celular) e chegou mais de 13h na empresa. Ele acabou sendo demitido, também por outros motivos.” História contada por Marilene, 31 anos.

Jornalzinho não. Respeita nossa história

“Eu trabalhava na área de marketing de uma empresa de blindagem de veículos. Lá tínhamos uma brincadeira de falar tudo no diminutivo. Um dia, uma mulher de área comercial de um grande jornal me ligou querendo propor um anúncio e eu respondi: ‘Vou dar uma olhada assim que possível, porque vários jornaizinhos me ligam’. Ela ficou ofendida e disse que o jornal que ela trabalhava não era um jornalzinho, mas sim um grande veículo de comunicação com uma história respeitável. Foi tenso!.” História Contada por Cléber, 33 anos.

As duas Marias

“Eu trabalhava em uma agência de eventos em que as duas donas se chamavam Maria. Cada uma vinha na minha mesa e pedia algo diferente. Eu fazia um trabalho de um jeito para uma sócia e precisava alterar todo para agradar a outra. Com o tempo, percebi que nunca iria agradar ambas e tive uma ideia: fazer uma versão diferente para cada uma delas. Assim, quando me procuravam, sempre tinha algo que agradava ambas. Só não sei o que acontecia depois, pois as duas levavam os materiais diferentes para as reuniões, que muitas vezes eram as mesmas.” História contada por Fabio, 35 anos.

Sertanejo universitário

“Um dia o estagiário chegou com uma calça jeans muito apertada na empresa, mais do que aquelas de cantor sertanejo. Todos repararam, mas ninguém comentou. Até que o próprio estagiário falou que estava com a calça da namorada porque passou o fim de semana na casa dela e tinha esquecido de levar a roupa do trabalho.” História contada por Jéssica, 27 anos.

Estagiário-chefe

“Eu estagiava há cinco meses em um canal de TV. Um dia, meu chefe me chamou pra uma reunião, fez uma série de elogios e disse que eu seria promovido. Fiquei empolgado pra caramba, já fazendo planos de como gastar meu salário novo. Mas então ele disse ‘Você sabe que aqui a gente reconhece primeiro o bom trabalho, depois vem o reconhecimento financeiro’. Fiquei puto, mas mesmo assim aceitei a ‘promoção’. Cinco meses depois, eu ainda era estagiário e coordenava uma equipe com outros estagiários, ganhando o mesmo salário que eles. Resolvi cobrar o ‘reconhecimento financeiro’ que havia sido prometido e meu chefe disse que não era possível aumentar meu salário naquele momento e ainda negou que tinha me prometido algo. O jeito foi procurar outro estágio”. História contada por Anderson, 27 anos.

Perdi o botão

“Fui fazer uma entrevista e me arrumei toda. Quando cheguei na frente do local, estiquei a mão para tocar a campainha e o botão da camisa estourou bem na parte do peito. Fiquei sem saber o que fazer. Quando a menina que iria me entrevistar abriu a porta, só tive tempo de jogar o cabelo na frente do peito para tentar disfarçar. Durante a entrevista, fiquei toda torta tentando disfarçar. E acredita que passei? Depois de um tempo falei sobre isso para minha chefe e isso virou piada entre nós. Foi horrível e engraçado ao mesmo tempo.” História contada por Natascha, 23 anos.

Já viveu alguma situação tão bizarra quanto essas? Conta pra gente nos comentários que em breve publicaremos uma continuação dessa matéria.

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Filipe Oliveira

Do clã Kardashian-Jenner a entrevistas com CEOs, até o título mundial do Corinthians. Nessa vida de jornalista já cobri de tudo um pouco: esportes, tv e cinema, agronegócio, tecnologia, negócios, empreendedorismo e setor automotivo. Depois de uma temporada de estudos e aventuras na África do Sul, voltei ao Brasil em busca de um novo desafio. Assim vim parar na equipe que criou e produz o #TMJ.

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