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Festivais e premiações publicitárias espelham o digital

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Premiações ainda traduzem o ecossistema da publicidade e mantêm sua importância junto a anunciantes em tempos de digital? Especialistas respondem

Poucas áreas viveram mais profundamente as revoluções causadas pela digitalização do que os meios de comunicação – e suas diversas áreas, como o Jornalismo, Rádio e TV e, claro, a ponta mais visível de seu modelo de negócio e monetização: a Publicidade.

E todas as mudanças ainda se refletiram no perfil da profissão e de seus profissionais, na expertise das agências, nas métricas… E, nesse cenário, não poderiam ficar de for a as tradicionais premiações e festivais desse universo.

Para entender um pouco melhor como isso acontece, fomos falar com os coordenadores dos cursos de Publicidade e Propaganda das unidades da ESPM em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre: respectivamente os professores Paulo Cunha, Eduardo França e Alessandro Souza. O trio de grandes profissionais enviou ao #TMJ uma resposta conjunta, que segue abaixo:  

“As potencialidades digitais geraram diversas (novas) possibilidades para a publicidade. Hoje, o ecossistema publicitário, além de incorporar elementos tecnológicos, também atua sobre resultados e efetividade da comunicação, ou seja, a criatividade “pura” não é mais a única forma de validar uma campanha ou projeto de comunicação. E ao menos os grandes eventos acompanharam essa tendência. Exemplos, são as acirradas categorias “Titanium” no Festival Mundial de Criatividade de Cannes, bem como de Uso Criativo de Dados, dentre outras correlatas. Igualmente o Effie College considera fortemente resultados mercadológicos obtidos pelas marcas como avalizadores de eficácia e criatividade.  

Nesse contexto, a julgar pelo peso e tamanho das marcas e agências presentes aos grandes eventos, percebe-se que eles seguem referenciais: nota-se destaque para players como Burger King, Volvo, Nike e agências de relevo como Wieden+Kennedy, FCB, AmvBBDO, W/McCann, Suno, dentre outros. Assim, os principais atores seguem nos grandes festivais, agora inspirando trabalhos com performances também digitais e mercadológicas, o que é significativo e balizador para todos os profissionais e estudantes.”

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Jorge Tarquini

Sou um jornalista curioso e que se aventura por alguns lugares e experiências: já dirigi revistas, trabalho com produção de conteúdo, escrevo livros (um segredo: escrevi O Doce Veneno do Escorpião, o "livro da Bruna Surfistinha") e roteiros e, agora, faço parte da equipe que criou e produz o #TMJ. Ah: também virei professor de Jornalismo. Ansioso para descobrir para onde os novos tempos, meios e tecnologias podem me levar: afinal, é sempre um prazer me aventurar por novos desafios.

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