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10 coisas que ninguém te contou sobre a rotina de um jornalista

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Confira em nosso manual de sobrevivência o que jornalistas enfrentam diariamente nas redações e veja como lidar com algumas dessas situações

Trabalhar em uma redação é o sonho de muitos estudantes de jornalismo. Mas nem todos sabem o que realmente rola nesses ambientes. Para te ajudar a desvendar os mistérios das redações, preparamos um manual de sobrevivência para estudantes de jornalismo. Confira a seguir uma lista de situações que fazem parte da rotina de um jornalista que trabalha em redação:

1. Legal, você escreve. E o que mais?

Você já deve ter ouvido por aí que o profissional de imprensa moderno precisa ser multimídia. Não basta mais escrever bem. É preciso também saber se virar no Photoshop, captar e editar vídeos, produzir e editar podcasts e criar conteúdos em diferentes formatos para as redes sociais. E claro, ter um bom nível de inglês, algo que há muito tempo é fundamental para exercer a profissão.

2. Trabalho, trabalho e mais trabalho

Com as redações cada vez mais enxutas e uma carga de trabalho que aumenta a cada dia, os jornalistas precisam administrar muito bem o tempo. Além de tocar matérias especiais, repórteres e editores têm que ficar ligados em tudo o que rola mundo afora, escrever notas quentes ao longo do dia e produzir conteúdos para várias redes sociais. Isso sem contar pequenas demandas que vão surgindo ao longo do dia e acabam tirando sua concentração e consumindo o seu tempo. Um volume de trabalho que nem sempre cabe no expediente de oito horas.

3. Jornalistas de condomínio

Foi-se o tempo em que os jornalistas passavam mais tempo na rua do que na redação. Na era da internet, as apurações começam no Google e a maioria das entrevistas é feita por e-mail, telefone, Skype e WhatsApp. Muitos jornalistas de mídia impressa ou online só costumam deixar o escritório para cobrir eventos e fazer entrevistas especiais (e olhe lá!).

4. “A audiência tá baixa!”

Para pagar a conta, boa parte dos veículos de imprensa ainda depende de anúncios. Para conseguir anunciantes, os sites precisam de audiência. Como ficam os jornalistas em meio a tudo isso? Malucos! Editores passam o dia inteiro acompanhando a audiência do site e os repórteres correm contra o tempo para produzir notas. Com metas cada vez mais difíceis de cumprir, alguns veículos apelam para manchetes sensacionalistas, caça-cliques e conteúdos que nem sempre tem relação com aquilo que normalmente cobrem.  

5. A pressa é inimiga da perfeição

A luta constante por audiência nos leva a outro problema: a corrida entre os veículos para ver quem publica primeiro. Consequentemente textos são publicados com erros de português, informações imprecisas ou até mesmo erradas. Não deixe a pressa atrapalhar sua apuração. Antes de publicar qualquer nota, cheque as principais informações, especialmente números e nomes de pessoas e empresas.

6. Plantão em erupção

Os plantões jornalísticos são como vulcões: quando menos se espera, uma erupção acontece. E, diferentemente de outros profissionais, não podemos deixar o trabalho para amanhã. Muitas vezes é preciso prolongar sua jornada para acompanhar um caso e noticiar o que é de interesse público. Ossos do ofício.   

7. “Paaaarabéns pra você”

O que acontece quando você reúne vários comunicadores em um mesmo ambiente? Muita conversa, é claro. Não são raras as vezes que em meio a uma entrevista por telefone você ouve seus colegas berrarem e gargalharem. Isso quando alguém não aparece com um bolo no meio da tarde e puxa um “Parabéns a Você” que o andar inteiro resolve cantar junto. O jeito é apertar o mudo e torcer por uma resposta longa do entrevistado.

8. Ah, Ah! Vai ter que rebolar

O improviso é fundamental na vida de um repórter, principalmente quando se está cobrindo um evento. Tenha sempre uma carta B na manga. O notebook descarregou? O jeito é terminar o texto pelo celular. O Wi-Fi não está funcionando? Use o roteador do seu smartphone. Nunca volte para a redação de mãos abanando.  

9. Paz e amor com os assessores

Os assessores de imprensa são bastante insistentes. Além de bombardear sua caixa de e-mail com releases que nem sempre têm ligação com a editoria que você cobre, eles costumam ligar frequentemente. Mas lembre-se que, assim como você, eles estão apenas fazendo o trabalho deles. Seja paciente e construa uma boa relação com esses profissionais, que não são nossos inimigos, mas sim nosso parceiros.

10. E se a gente fizer uma matéria sobre…

Reuniões de pauta podem ser o céu ou o inferno. Tudo depende da sua relação com os colegas de trabalho, do estilo de gestão do diretor de redação e claro, de como você se prepara. Nunca deixe para pensar em pautas em cima da hora. Prepare-se com antecedência buscando dados e construindo argumentos para defender sua pauta. Suas chances de emplacar uma matéria vão aumentar bastante.

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Filipe Oliveira

Do clã Kardashian-Jenner a entrevistas com CEOs, até o título mundial do Corinthians. Nessa vida de jornalista já cobri de tudo um pouco: esportes, tv e cinema, agronegócio, tecnologia, negócios, empreendedorismo e setor automotivo. Depois de uma temporada de estudos e aventuras na África do Sul, voltei ao Brasil em busca de um novo desafio. Assim vim parar na equipe que criou e produz o #TMJ.

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