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Recurso do Facebook identifica deepfake e sua origem

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Cientistas da rede social desenvolveram um software de inteligência artificial capaz de identificar até mesmo de onde vem a farsa mostrada nas imagens enganadoras

Mesmo sem saber, você certamente já foi vítima de uma deepfake – e ficou se perguntando se aquela foto, vídeo ou áudio em que alguém famoso aparece fazendo ou dizendo absurdos era verdade ou não. Ou seja: o suprassumo das fake news. Afinal, está ali, para a gente ver e ouvir!

À parte todo o perigo que essas produções podem oferecer (não só para quem é vítima de ter sua imagem e voz falseada para criar mentiras 110% das vezes ofensivas e destruidoras de reputações), há o risco de as pessoas passem a acreditar nesses descalabros, assim como já creem em muitas fake news (não é mesmo, terraplanistas?).

Pois bem: antes que legislações comecem a corresponsabilizar as plataformas e veículos que divulguem deepfakes, como já começa a acontecer com as fake news (não à toa WhatsApp, Facebook, Twitter Instagram e outras começam a derrubar perfis e usuários que curtem espalhá-las), um player de peso deu o primeiro passo.

O Facebook informou que desenvolveu, em parceria com a Michigan State University, um software que consegue “desconstruir” as deepfakes, numa espécie de engenharia reversa que as desmascara, descobre como foram produzidas e (má notícia para quem recorre a elas…) aponta sua origem. Ou seja: acabou a vida fácil para criadores e espalhadores de deep fakes.

Basicamente, o software vai rodar essas deepfakes e, por meio de uma rede, busca imperfeições que, mesmo imperceptíveis pelas pessoas, são deixadas no material no processo de fabricação, que alteram a “impressão digital” da imagemvestir em tecnologias contra eleogias contra elas.al  – mas, esperamos, nm software que consegue  de reputaçoriginalo original. Ou seja: o software é quase um perito digital.

Certamente os criadores de deepfakes e fake news vão trabalhar para tentar escapar dessa nova tecnologia – mas, esperamos, não só o Facebook como outros players do universo digital, continuem a investir em tecnologias contra eles.      

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Jorge Tarquini

Curador de conteúdo do #TMJ

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