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5 curiosidades sobre a carreira de Cid Moreira

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Histórias foram contadas pelo próprio comunicador em uma entrevista que encontramos nos arquivos do Linkados na Área

Que Cid Moreira tem uma carreira brilhante e é uma das vozes mais conhecidas do Brasil você certamente já sabe. Mas o que gengibre, cravo da índia, bermuda, a bíblia e um filme chamado Angu de Caroço têm a ver com a vida do apresentador? Descubra em nossa lista com curiosidades sobre a carreira do jornalista

As histórias contadas nessa nota foram reveladas pelo próprio Cid Moreira em uma entrevista ao Linkados na Área, programa realizado pelos alunos de jornalismo da ESPM-SP.

Já apresentou o Jornal Nacional de bermuda  

“Foi só uma vez, durante o carnaval. Caiu um temporal no Rio e eu estava em Petrópolis (RJ). Eu estava atrasado e não deu tempo de passar na minha casa e trocar de roupa. Então fui de bermuda mesmo”.

Já foi confundido com o apresentador de outro jornal

“Quando o Jornal Nacional foi lançado, o jornal de maior audiência era o Repórter Esso. Quando as pessoas me viam na rua, me apontavam como o Repórter Esso. Eu ficava satisfeito por um lado, porque era uma prova que eu estava sendo visto, mas por outro eu ficava meio desiludido”.

Cuidava da voz com sal, gengibre e cravo da índia

“Sempre usei alguma coisa. Na época do sal, usava esse sal marinho. Todo mundo sabia que eu tinha aquilo e os colegas do rádio vinham pedir uma pitadinha, até o Chico Anysio. Eu fui evoluindo. A cantora Elizeth Cardoso me sugeriu usar cravo da índia. Fui testar e gostei, aí comprei um vidrão e fiquei conhecido como o fornecedor de cravo da índia. Eu botava o cravo [na bochecha] e sabe o que ganhei com isso? Uma gengivite violenta e parei com o cravo da índia. Então adotei o gengibre. Mas um dia eu estava apresentando o jornal e o gengibre escapou da minha boca”.

Apareceu em um filme chamado Angu de Caroço (1955)

“Foi um take feito no estúdio da rádio e me aproveitaram. Eu não tive nenhum papel, apareci apenas como locutor”.

Narrou a bíblia (inteira)

“Quando deixei a bancada do jornal, abriu-se uma lacuna e eu não sabia o que fazer. Recebi o convite para gravar o novo testamento. Gravei e na sequência foram surgindo outros convites. Foi um grande sucesso e eu me perguntei: por que não gravar a bíblia toda? Levei seis anos gravando e hoje se não fosse essa ideia minha, não teríamos a bíblia gravada”.

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Confira a entrevista completa de Cid Moreira no vídeo divido em duas partes:

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Redação #TMJ

Produzido pelo Núcleo de Conteúdo da ESPM.

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