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10 personagens inesquecíveis da propaganda brasileira

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Eles entraram para o imaginário e a memória afetiva do Brasil com a mesma força e longevidade de outros nascidos da ficção do cinema ou da TV

Muitas vezes, a publicidade consegue fazer algo que nem mesmo novelas e filmes conseguem: imortalizar personagens (e catapultar os atores que os interpretam para outro patamar na carreira – indo parar em produções televisivas ou cinematográficas…).

Aqui, reunimos alguns desses fenômenos para reavivar sua memória – ou apresentar casos de sucesso dos comerciais da TV de outros tempos.

Garoto Bombril

O ator Carlos Moreno tem uma carreira muito sólida no teatro, na TV e no cinema, mas figura no imaginário brasileiro como o eterno “Garoto Bombril”, a quem deu vida em mais de 350 comerciais entre 1978 e 2004 – não sem alguns “revivals” mesmo depois disso. Certamente o recordista brasileiro entre os atores-personagens do Brasil. Veja sua estreia:

O ruivo da Vivo

Depois de aparecer em um comercial da Vivo em 2013, onde encarnava as aventuras (e desventuras) de um adolescente típico, o ator João Côrtes conquistou o público – e estrelou uma longa série de filmes para a marca, contracenando com diversas estrelas do showbizz. No final do vídeo do link abaixo, você poderá ver o “final alternativo” para o comercial de estreia.

Garoto das Casas Bahia

Fabiano Augusto é o nome do ator que fez fama (e provocou igualmente uma certa irritação) com a pergunta “quer pagar quanto?” – o bordão que ele repetiu de 2002 a 2007 nos comerciais da rede de lojas. Sua saída, porém, foi tão sentida pelo público que, em 2013, ele retornou para os comerciais da empresa (para não sair mais até hoje).

São Nunca

A Ford marcou época na história da publicidade ao criar a série com o “santo”, interpretado pelo ator Phil Miler: bastava algum personagem dos muitos comerciais, ao apreciar um carro da montadora por uma vitrine ou em outras situações, como rua, praia etc., soltar a frase “Sabe quando vou ter um carro assim? Só no dia de São Nunca” – que tinha o poder de fazer o “santo” cair do céu.

Matuto do posto Ipiranga

O personagem que tornou famoso o bordão “Pergunta lá no posto Ipiranga” foi interpretado de 2010 a 2020 pelo ator Antonio Duarte de Almeira Jr. E o que era apenas um filme de uma série de seis (que, diante do sucesso do personagem nem foram ao ar…) acabou virando um ícone da marca e da publicidade.

Teobaldo, o “boko-moko”

O ator Roberto Marquis deu vida por quase uma década, a partir de 1970, ao personagem Teobaldo, estrela das campanhas do Guaraná Antarctica, que tinha um apelido criativo (autoria do publicitário Arapuã): boko-moko, uma mistura de bocó e mocorongo. Ao longo daquela década essa era a expressão utilizada no Brasil para dizer que algo era brega, ultrapassado ou cafona.

Tio da Sukita

Em 1999, o comercial do refrigerante Sukita, sabor laranja era estrelado pelo “tiozão” que paquera a vizinha dentro do elevador – e que virou um personagem do ideário nacional, um sinônimo para caras mais velhos que ficam se engraçando com mulheres bem mais jovens. Ele ficou no ar até 2002 e era interpretado pelo ator Roberto Arduin.

Sebastian C&A

O bailarino Sebastião Fonseca foi aprovado para estrelar um comercial de 1990 das lojas C&A que bebia no espírito das cenas musicais do filme Os Irmãos Cara-de-Pau de 1980. Ele fez tanto sucesso que acabou sendo o personagem central das campanhas da rede até 2010! E eternizou o slogan “abuse e use”.

Garota do 1º sutiã

Em 1987, Patrícia Lucchesi tinha apenas 11 anos (mas já três de carreira) quando estrelou esse clássico da publicidade brasileira: a premiada campanha da Valisère “O primeiro sutiã a gente nunca esquece”. E sua carreira artística decolou, chegando até mesmo a fazer novelas e cinema.

Casal Unibanco

A primeira vez que a dupla apareceu nas campanhas do banco foi em 1993 – e, a partir daí, teve algumas “encarnações”, sendo interpretado por diversas duplas de atores até 2005: dos pioneiros Katia Bronstein e Felipe Pinheiro – cuja morte levou à criação de um concurso para escolher o novo casal, com vitória de Bianca Byington e Pedro Cardoso. Ainda deram vida ao famoso casal Drica Moraes e Cláudio Gonzaga e, por fim, Débora Bloch e Luiz Fernando Guimarães.

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Jorge Tarquini

Curador de conteúdo do #TMJ

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