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A importância de ser curioso

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“Ah, como que eu vou saber disso? Eu nem era nascido…” Tudo bem, ninguém tem de ser uma enciclopédia – mas saber do mundo que nos cerca pode ser um prazer

Você sabe o que é um zíper? “Claro!”, responde você. E um fecho éclair, conhece? Trata-se exatamente da mesma coisa – sendo que zíper, na verdade, era uma marca de fecho éclair… E temos de agradecer à Primeira Guerra pela popularização desse grande invento – que foi um aprimoramento dos colchetes que eram usados para fechar as roupas. Isso porque Guideon Sundback, sueco que migrou para os EUA era chefe de design da Universal Fastener Company, inventou o sistema de fechos sem ganchos que acabou sendo incorporado aos uniformes dos soldados do país.

E o que isso tem a ver comigo? Em princípio, nada. Mas, como dizia meu avô, conhecimento não ocupa espaço – e, como é voz corrente no mundo da ciência, conhecimento não é nada sem compreensão. Ou seja: você pode até decorar a Teoria da Relatividade, mas de nada adianta esse esforço sem que a gente entenda a relatividade…

Em um tempo de alta tecnologia, em que tudo o que a gente quer saber pode ser pesquisado literalmente na palma de nossa mão, é triste perceber que pouco disso realmente é assimilado por nós e se transforma em parte de nossa cultura, de nossa inteligência e de nosso conhecimento. Como algo descartável, acabada a necessidade, jogamos aquilo fora. Como usar o Waze e, se precisar repetir o caminho depois, só conseguir fazê-lo usando o Waze…

Tudo bem não ocupar “espaço de memória” com coisas fúteis ou até mesmo inúteis (como a história do zíper). Mas meu ponto é outro: responda rápido qual foi a última coisa que despertou sua curiosidade e que você tratou de saciar?

A curiosidade, ao menos para mim, é uma forma de me manter vivo e interessado pelo mundo que me cerca. Além, claro, de render “small talks” bastante interessantes.    

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Jorge Tarquini

Sou um jornalista curioso e que se aventura por alguns lugares e experiências: já dirigi revistas, trabalho com produção de conteúdo, escrevo livros (um segredo: escrevi O Doce Veneno do Escorpião, o "livro da Bruna Surfistinha") e roteiros e, agora, faço parte da equipe que criou e produz o #TMJ. Ah: também virei professor de Jornalismo. Ansioso para descobrir para onde os novos tempos, meios e tecnologias podem me levar: afinal, é sempre um prazer me aventurar por novos desafios.

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