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O que aprendi com a pandemia?

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Você já se fez essa pergunta? Acho que ela pode ser a mais importante de toda a sua vida até aqui…

Esqueça o lugar-comum e os clichês da chatice de ficar todo mundo trancado dentro de casa, de não poder ir à escola ou à faculdade, não ver ou sair com os amigos – e ter de “aguentar” sua família. A resposta para a essa pergunta tem a ver com o resto da sua vida.

Qual foi o impacto real de saber que, em um segundo, a vida inteira pode realmente mudar? Ou de que, com a mesma velocidade, todas as suas certezas podem virar pó. Sem as distrações da vida, como foi tomar contato com seus pensamentos 24 horas por dia? E, mais importante, o que você descobriu sobre você mesmo: como reage à tensão, ao medo, aos desafios? E quais as suas decisões para o “pós”?

Nenhum problema se estiver tudo bem e você somente quiser retomar a vida exatamente do jeitinho que a deixou lá em março do ano passado. Ninguém é obrigado a se reinventar e ser outra pessoa. Mas seria uma pena enorme se esse tempo tivesse sido apenas um hiato sem sentido e sem propósito – do qual você espera apenas que termine o quanto antes para retomar exatamente do ponto onde parou.

Tanto já se falou, sobre a Humanidade sair disso mais generosa, mais solidária. Igualmente debatemos a revelação do egoísmo, do individualismo, das aglomerações, do desrespeito ao coletivo. Esqueça isso: a Humanidade é a soma de todos nós. Diante dessa constatação, responda a si mesmo: qual foi/é/será a sua contribuição para o resultado final?

Por isso o convite para responder à pergunta no título desse pequeno texto. E não há resposta correta – apenas a que vai deixar você mais feliz.

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Jorge Tarquini

Sou um jornalista curioso e que se aventura por alguns lugares e experiências: já dirigi revistas, trabalho com produção de conteúdo, escrevo livros (um segredo: escrevi O Doce Veneno do Escorpião, o "livro da Bruna Surfistinha") e roteiros e, agora, faço parte da equipe que criou e produz o #TMJ. Ah: também virei professor de Jornalismo. Ansioso para descobrir para onde os novos tempos, meios e tecnologias podem me levar: afinal, é sempre um prazer me aventurar por novos desafios.

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