O que esperar do futuro?

Comemorar o final do ano depois de quase dois deles em pandemia pode ser libertador. Melhor ainda se soubermos exatamente para onde queremos caminhar


Em 1919, o fim da pandemia e da 1ª Guerra foram o combustível para o que se chamou de “maior Carnaval de todos os tempos”. Era justo querer extravasar tudo o que esses dois grandes eventos mundiais impediram, exorcizar as tragédias, as tristezas – e celebrar a vida.

102 anos depois, 2022 – a depender da liberação do carnaval ou não, tem tudo para que se repita a mesma euforia. Novamente, mais do que justo. Mas é preciso ir além… Celebrar, comemorar, “se jogar”, mas sabendo que, passada a folia, tem muitos destroços esperando um esforço de reconstrução.

 

E as gerações que (sobre)viveram na pele tudo isso, diante de todas as benesses à disposição ao longo do caminho não podem se furtar de assumir essa função. Ao contrário de nossos bisavós lá de 1919, reféns da desinformação imposta por muitos governos, tivemos uma enorme sorte: muitos de nós tínhamos a internet, podíamos ver quem quiséssemos, na hora em que quiséssemos, pudemos continuar trabalhando estudando, nos divertindo (mesmo presos entre quatro paredes).

Em nome dos que não contaram com acesso a todos esses confortos, nenhum problema em comemorar, claro. Mas que, passada a ressaca, arregacemos nossas mangas para restabelecer níveis de civilidade e condições de vida para todos. É o mínimo que quem teve privilégios pode devolver para quem, ao contrário de nós, nem soube o que foi poder ficar em casa cercado de confortos e com tudo entregue na porta.    

Sem isso, nem adianta festejar: não haverá futuro possível…

 

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