Design Visual: tudo o que você precisa saber sobre a graduação

O que se aprende? Para quem é indicado? Áreas de atuação e alguns mitos. Coordenadora de Design Visual da ESPM esclarece dúvidas e revela curiosidades sobre o curso

 

Você gosta de arte, fotografia e cinema? Curte desenhos de marcas, revistas, embalagens, animações, sites e outros itens do universo visual? Então você tem tudo o que precisa para ingressar na área de Design Visual. Mara Martha Roberto, que coordena essa graduação na ESPM, bateu um papo com o #TMJ e nos contou tudo o que você precisa saber sobre o curso. Confira a seguir:

 

Para quem é indicado o curso de Design Visual?

Para todos aqueles que se interessam em focar suas trajetórias profissionais em atividades que se relacionam com o universo visual. Não precisa ser criativo, mas deve ser atento e engajado!! É fundamental se interessar por cultura e mercado ao mesmo tempo; gostar de arte, fotografia, cinema, além de apreciar o desenho das marcas, revistas, embalagens, animações, sites, entre outros produtos desse universo visual.

 

O que se aprende?

Os quatro anos de graduação preparam o estudante para atuar com embalagens, editorial, design ambiental, design de serviços, design digital, 3D, UX/UI, entre outras áreas das indústrias criativas.

 

Os estudantes têm aulas de desenho de observação com lápis e papel, desenho digital com softwares como Illustrator, Photoshop e Maya. Além de outras disciplinas que criam um alicerce para a prática do design.

 

No curso de Design Visual da ESPM há ainda ênfase em gestão e marketing, abrangendo tanto a área do design gráfico como digital.

 

É preciso saber desenhar ou ser criativo para ser designer?

Definitivamente não! Vários designers começam a trilhar a carreira já sabendo desenhar, outros aprendem no decorrer do curso e, apesar de que em algumas áreas essa habilidade possa até contribuir, ela não é imprescindível, pois a atuação profissional vai além do desenho ou da estética.

 

Mercado de trabalho

Um designer visual pode atuar em estúdios de design, agências de comunicação, editoras, indústria da moda (não necessariamente criando moda), consultorias, produtoras, escritórios de arquitetura, veículos de comunicação, empresas nacionais e multinacionais, startups. Muitos se desafiam em empreender seu próprio negócio. A ESPM oferece também aos jovens com espírito de empreendedores a oportunidade de usarem o apoio de sua incubadora para iniciarem seus caminhos no mundo empresarial ainda durante a formação.

 

Quanto ganha?

Apenas como orientação, já que a remuneração pode variar bastante em função dos desafios e compromissos de cada função, um estagiário costuma iniciar a carreira com ganhos entre R$ 1 mil a R$ 2 mil, sem incluir outros benefícios.

 

Depois de formado, numa carreira que vai de designer júnior, designer sênior a designer coordenador, o salário costuma variar de R$ 3,5 mil a R$ 10 mil.

 

Muitos designers, mesmo tendo um trabalho fixo, fazem também freelances, contribuindo muito para a renda.

 

Fonte: Glassdoor

 

A formação universitária é mesmo importante?

Há quem se considere designer sem ter feito uma graduação. Isso é um fato. Mas, apenas a formação acadêmica pode dar abrangência e consistência ao profissional. E nada melhor do que um bom portfolio para abrir as portas para o mercado de trabalho, portfolio este que será criado a partir dos vários projetos das disciplinas, dos estágios, junto com produções pessoais do jovem designer expondo suas diversas competências na área.

 

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