6 áreas de atuação para quem se forma em Direito

Em carreiras públicas ou privadas, o leque de atuação se torna cada vez mais amplo com as novas demandas digitais, ambientais, de compliance e governança  

 

O Bacharelado em Direito figura entre os cursos mais versáteis do mercado, pois inclui desde as disciplinas tradicionais do Direito — as necessárias para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como Direito Civil, Tributário, Constitucional etc. —, além de outras para trabalhar em várias funções que muita gente desconhece, entre elas “as do futuro”, como o Direito Ambiental, Direito Digital e o Direito de Proteção de Dados. “Esses últimos estão no topo da pirâmide porque existem pouquíssimos profissionais especializados e referência no assunto”, explica o professor Marcelo Crespo, coordenador do curso de Direito da ESPM 

 

O especialista explica que o ideal é uma formação que prepare o profissional para qualquer uma dessas funções, dando condições de trabalhar em meios mais tradicionais e também nas demandas emergentes, além de prover os alunos com conhecimentos de marketing e de gestão.   

 

Conheça seis áreas de atuação para quem se forma em Direito: 

 

1. Escritório próprio (empreendedorismo)

Essa é uma das oportunidades que o advogado (pessoa formada no bacharelado, que já passou no exame da Ordem), tem para ter mais autonomia, podendo estabelecer os tipos de causas que deseja atender, bem como suas linhas estratégicas, para criar sua carteira de clientes. E, no começo, é natural (e bem provável) que ele exerça várias funções, desde a captação de clientes, o atendimento, as atribuições específicas da área escolhida (contrato, criminal, civil, sucessão familiar etc.), e até o marketing jurídico do negócio.  

 

2. Escritórios de terceiros

Existem grandes e famosos escritórios no País, com ótima reputação e faturamento, com centenas de profissionais para atuar em diferentes casos e com rotinas e dinâmicas próprias inerentes à especialidade (civil, criminal, sindical, condomínios, sucessão familiar, recuperação judicial etc.) As oportunidades começam com vagas para estagiários, que podem trilhar uma carreira, com a possibilidade de se tornarem advogados associados e até sócios. 

 

3. Departamento jurídico de empresas

Essa é uma área estratégica para todos os tipos e tamanhos de companhias. Afinal, todas organizações necessitam lidar com questões tributárias, trabalhistas, contratuais entre outras e, atualmente, de proteção de dados e de propriedade intelectual.  

 

4. Startups

No começo, talvez não tenham recursos para departamentos específicos que vão além da atuação principal, mas esse é um caminho que muitas necessitam para começar a se estruturar desde o princípio de suas atividades — especialmente para se enquadrar às novas leis que precisam atender a amplitude do ambiente digital. 

 

5. Novas demandas

Existem funções que não exigem uma formação específica — como compliance, governança corporativa, por exemplo — mas possuir formação jurídica é um atributo muito bem-vindo nas organizações: conhecer leis nesses âmbitos é um alicerce indispensável para manter a integridade das empresas. Além disso, existem processos internos que um bacharel em Direito pode exercer (não precisa ter a carteira da OAB), graças ao seu conhecimento sobre o funcionamento do sistema jurídico. 

 

6. Carreiras públicas

O setor público também possui diversas funções que são exercidas pelos formados na área. No entanto, para ingressar, o advogado precisa ser aprovado em um concurso público para cargos específicos (defensor, promotor, juiz, delegado etc.). 

 

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