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Seria bem pior sem a internet

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Nestes tempos de quarentena, é bom não esquecer do que está nos ajudando a manter a sanidade – e algum grau de normalidade na vida cotidiana

Responda rápido: você já fez uma ligação em vídeo com família e amigos nos últimos 10 ou 15 dias? Teve uma aula ao vivo pelo computador ou realizou uma reunião de trabalho (além, claro de ter seguido trabalhando)? Pediu comida ou comprou algo pelo celular ou pelo computador? Está ouvindo música, vendo tutoriais, jogando videogame online ou vendo peças de teatro via live? Viu filmes por streaming? Ou está lendo este post?

Impossível responder “não” a todas essas perguntas (a menos que você “não” esteja lendo este post…).


Sempre me pergunto para que serve a internet, no fim das contas? Sim, sim… Sei que ela encurta distâncias, agiliza rotinas de trabalho, ajuda nas comunicações e na difusão de notícias – e também para ajudar a paquerar, criar celebridades e influencers… Mas, até este momento da Humanidade, talvez não tenhamos prestado atenção no que realmente ela faz.

É com a mesma indiferença com que acionamos um interruptor de luz ou abrimos uma torneira que hoje acessamos qualquer coisa por nossos gadgets diversos.

Luz e água, ou sua falta (principalmente em tempos de lavar as mãos o tempo todo), nos esfrega na cara a desumanidade daqueles que estão excluídos tanto das redes elétricas quanto das de saneamento e água potável. E nos mostra como falhamos miseravelmente nesses quesitos…

No que diz respeito à internet, cada um de nós, em seu casulo de isolamento, está levando uma vida quase normal. Não estou minimizando o peso do isolamento, claro, mas convido você a pensar: “e se não houvesse a internet”?

Respondendo à pergunta que eu mesmo fiz: para mim, a internet está nos salvando da barbárie, nos informando em tempo real, promovendo o diálogo (nem sempre pacífico, admito), nos entretendo, nos alertando e, mais do que tudo, mantendo viva a chama do que chamamos de humanidade e civilidade.

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Jorge Tarquini

Sou um jornalista curioso e que se aventura por alguns lugares e experiências: já dirigi revistas, trabalho com produção de conteúdo, escrevo livros (um segredo: escrevi O Doce Veneno do Escorpião, o "livro da Bruna Surfistinha") e roteiros e, agora, faço parte da equipe que criou e produz o #TMJ. Ah: também virei professor de Jornalismo. Ansioso para descobrir para onde os novos tempos, meios e tecnologias podem me levar: afinal, é sempre um prazer me aventurar por novos desafios.

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