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De um lado, empreendedores com boas ideias. De outro, investidores individuais em busca de bons projetos para aplicar tanto seu capital quanto seu conhecimento sobre negócios

Há exatamente um século, alguns investidores investiam uma parte de seu capital para incentivar as produções da Broadway – se tornando, assim, sócios tanto nos grandes riscos de fracasso nos palcos quanto nos enormes lucros que um sucesso poderia proporcionar. Uma espécie de “mecenato das artes – mas que esperava algum tipo de retorno financeiro. Essas pessoas ficaram famosas sob a alcunha de angel investors (investidores-anjo).  
 
Hoje, no mundo do empreendedorismo, esse é o nome dado a qualquer profissional, executivo ou empresário que aplicam entre 5% e 10% de seu capital para obter uma participação societária minoritária em empresas iniciantes – as startups.

Mas o envolvimento não envolve apenas dinheiro: essas pessoas contribuem com seu capital intelectual. Ou seja: espera-se que o investidor-anjo, mesmo sem ocupar nenhuma posição executiva no negócio, atue com mentorias e sua experiência, para aconselhar os empreendedores ao longo da jornada do negócio. Vem daí, então, a expressão smart-money para esse capital investido.

Mas um investidor-anjo geralmente não embarca sozinho nessa viagem: de dois a cinco deles podem se reunir para investir em um negócio – o que dilui o risco e as demandas de dedicação.

Como chegar a um investidor-anjo?

Calma: não precisa se inscrever no programa Shark Tank Brasil (mesmo que seja uma bela vitrine e uma grande oportunidade – se ainda não conhece, assista: vale a pena para entender as dinâmicas das rodadas de negócios e, de certa forma, eliminar algumas “ilusões”, como a de que uma boa ideia é suficiente para atrair a atenção de investidores..).

O melhor caminho é buscar a ajuda de entidades como o Sebrae, redes de network como o Instituto Connect, empresas de venture capital e private equity ou até mesmo entidades como a Anjos do Brasil.

Mas prepare-se! Nada de chegar apenas “na lábia”: prepare um bom projeto empreendedor, um bom plano de negócios e esteja preparado para ser sabatinado sobre o negócio. Se achar que precisa de ajuda nisso, talvez o melhor caminho seja o de buscar uma incubadora ou se candidatar a um processo de aceleração.

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Jorge Tarquini

Curador de conteúdo do #TMJ

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